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Metade das empresas brasileiras estão fadadas a fechar as portas após o quarto ano em atividade, segundo o IBGE. Quer descobrir o motivo? Após ler o título do nosso post de hoje, você já deve saber. Sim, a falta de controle financeiro é um dos principais impulsionadores desses dados — e muitos especialistas apoiam essa tese.

Para que a sua empresa não engrosse essas estatísticas, é fundamental focar nessa questão agora mesmo e começar a trabalhar em ações preventivas para que a gestão largue a postura reativa e passe a atuar proativamente diante do problema.

Neste post vamos fornecer 4 dicas de como fazer um controle financeiro. Confira a seguir!

Comece pelo fluxo de caixa

Certamente, o fluxo de caixa é a principal ferramenta para controlar efetivamente as finanças de uma empresa. Com ele, é possível monitorar todas as movimentações dos recursos operacionais do negócio, isto é, entradas e saídas financeiras relacionadas à sua atividade operacional.

Além de ser a ferramenta mais apropriada para o controle, o fluxo de caixa também pode ajudar muito no planejamento estratégico do negócio, uma vez que é usado para a realização de projeções de vendas e a previsão de estoques para os próximos meses, de acordo com o histórico da empresa.

Conte com o suporte de softwares

Não existem mais motivos para não adquirir softwares de gestão financeira. São inúmeros os programas destinados ao controle das entradas e saídas do negócio e a maioria deles fornece, inclusive, relatórios, gráficos e um acompanhamento completo por meio de indicadores de desempenho.

Alguns exemplos são o Organizze, que tem uma versão que pode ser utilizada gratuitamente por 30 dias. Além disso, o Hábil também tem sua versão de graça. Enfim, são inúmeras as possibilidades disponíveis na web, pagas ou gratuitas, basta encontrar a que mais se adeque as suas necessidades. 

Faça o planejamento tributário

Por fim, é preciso considerar que a empresa pode estar perdendo muito dinheiro simplesmente por não realizar um planejamento tributário eficiente. Até o modelo de tributação pode gerar impactos na quantidade de impostos pagos pela empresa, por exemplo.

Além disso, na hora de pegar o tributo também é preciso haver planejamento, pois, caso pague a mais a empresa está desperdiçando recursos e se pagar a menos pode se envolver com problemas com o Fisco — como as multas, por exemplo.

Por isso, é muito importante contar com o suporte de profissionais da área contábil na hora de realizar o planejamento do negócio.

Separe o capital pessoal do empresarial

Por fim, temos um erro cometido por muitos donos de pequenas empresas: a confusão patrimonial entre o capital pessoal e o empresarial. Isso ocorre quando o gestor usa a empresa como um verdadeiro caixa eletrônico, efetuando saques sempre que julgar conveniente, ou quando ele tira do próprio bolso para comprar itens necessários para o dia a dia do negócio.

O resultado é que o gestor perde o controle sobre as finanças e não sabe mais se a empresa é realmente lucrativa ou não. Além disso, a confusão patrimonial gerada também pode ser interpretada como evasão fiscal pelos agentes do estado.

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Escrito por listamais